A DIABETES É UMA DOENÇA GRAVE MAS TEM CONTROLE

OBESIDADE - ESTRESSE

29 de março de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: NUTRIÇÃO - DIETA MEDITERRÂNEA PREVINE ATEROSCLEROSE E MELHORA A CAPACIDADE REGENERATIVA DO ENDOTÉLIO (CAMADA INTERNA DOS VASOS SANGUÍNEOS).

A dieta mediterrânea se caracteriza por uma variedade de alimentos de origem vegetal, alimentos pouco processados e baixo consumo de doces. O azeite de oliva é a principal fonte de gordura da dieta. As carnes, laticínios principalmente queijo e iogurte são consumidas em quantidades pequenas, já o vinho é consumido diariamente em quantidade moderada.
O consumo destes alimentos está associado a um baixo risco de doenças cardiovasculares, prevenindo a lesão endotelial (camada interna do vaso sanguíneo) que é um passo fundamental no processo da doença aterosclerótica.
 A lesão do endotélio leva a uma variedade de doenças inflamatórias. 
O consumo da dieta mediterrânea induz a uma redução no dano endotelial melhorando a capacidade de regeneração do endotélio quando comparadas com dietas contendo ácidos graxos saturados e com baixo teor de gorduras, rico em carboidratos. Sendo assim, se torna importante o consumo de vegetais, legumes, cereais integrais, sementes, óleos nobres, queijos, iogurtes junto com a prática de atividade física para a prevenção da aterosclerose na vida adulta. 


AUTORES PROSPECTIVOS 
Endocrinologia – Neuroendocrinologia 
CRM 20611
Endocrinologista – Medicina Interna 
CRM 28930

Mariana Massa
Nutricionista 



Como Saber Mais:
1. A dieta mediterrânea previne a obesidade?
http://gorduravisceral.blogspot.com

2. Os idosos são os principais alvos da aterosclerose? 
http://aterosclerose.blogspot.com/

3. A Obesidade está relaciona a doenças cardiovasculares? 
http://esteatosehepatica.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.


Referências Bibliográficas:
Marin, c. Ramirez r.; Lista, j. d.; Serrano e. m. y.; et al. Mediterranean diet reduces endothelial damage and improves the regenerative capacity of endothelium. American Journal Clinical Nutrition; december 2010,doi: 10.3945/​ajcn.110.006866 ajcn.006866.








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25 de março de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: NUTRIÇÃO O CONSUMO DE PEIXES, PRINCIPALMENTE PEIXES DE ÁGUA FRIA QUE SÃO RICOS EM ÔMEGA 3, EVITA O RISCO DE AVC (ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL) EM MULHERES, MELHORANDO O BOM COLESTEROL, HDL (BOM-COLESTEROL), DIMINUINDO HDL (BOM-COLESTEROL).

O consumo freqüente de peixes tem sido associado a um baixo risco de acidente vascular cerebral (AVC). A substância responsável por essa proteção é um tipo de gordura benéfica encontrada principalmente nos peixes de água fria (ácido graxo Omega 3), o qual modifica a composição química do sangue através do aumento dos níveis de HDL (bom-colesterol), da diminuição HDL (bom-colesterol).
Foi realizado um estudo onde analisaram a associação entre o consumo de peixes e a incidência de AVC (Acidente Vascular Cerebral) em mulheres. Participaram deste estudo mulheres que não apresentavam doenças cardiovasculares. Os resultados mostraram que o baixo consumo de peixes (menor que uma porção ao dia) foi significativamente associado com o baixo risco de desenvolver acidente vascular cerebral, infartos cerebrais e AVC hemorrágico.
Também, conclui-se que o consumo de peixes magros (maior que 3 porções por semana está significativamente associado com o baixo risco de desenvolver acidente vascular cerebral em mulheres.
É aconselhável que o preparo deste peixe seja grelhado, assado, ensopado ou no vapor. Assim são conservadas as propriedades nutritivas do peixe se tornando mais saudável para o nosso organismo.

Cuidados na hora da compra:
- Os balcões onde ficam acondicionados os peixes devem ter monitoramento de temperatura e estar no máximo a 4ºC .
- Peixes frescos devem apresentar os olhos com aspecto brilhante, odor característico e ao se apertar a carne, deve estar firme, não cedendo à pressão dos dedos.

AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM 28930

Mariana Massa
Nutricionista



Como Saber Mais:
1.O consumo de peixes ajuda a diminuir as taxas de triglicérides? 

http://gorduravisceral.blogspot.com

2.A baixa ingestão de peixes ocorre em crianças muito obesas? 

http://metabolicasindrome.blogspot.com

3.Para emagrecer com saúde, é necessário incluir peixes na dieta? 

http://emagrecersim.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.


Referências Bibliográficas:
Larsson SC, Virtamo J, Wolk. Fish consumption and risk of stroke in Swedish women. Division of Nutritional Epidemiology, National Institute of Environmental Medicine, Karolinska Institutet, Stockholm, Sweden, and the Department of Chronic Disease Prevention, National Institute for Health and Welfare, Helsinki, Finland. American Journal of Clinical Nutrition, 2011 Mar;93(3):487-93. Epub 2010 Dec 29.









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4 de março de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: NUTRIÇÃO- VALIDADE DO ÍNDICE DE MASSA CORPORAL (IMC) E CIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL (CA) PARA DETECTAR EXCESSO DE GORDURA EM CRIANÇAS DE 7-14 ANOS.

O índice de massa corporal (IMC) é obtido por meio da divisão do peso corporal em quilo pela altura em metros quadrados. Esta medida antropométrica é muito utilizada na identificação do excesso de peso em crianças. Deve-se tomar cuidado ao escolher qual sistema de referência deve ser utilizado, pois o IMC tem uma maior especificidade quando utilizado para o monitoramento de estudos epidemiológicos. 
Em contrapartida, a circunferência abdominal (CA) definida por meio da medida da menor circunferência entre a crista ilíaca (porção ântero-superior do quadril)e o rebordo costal inferior (limite inferior das costelas) é particularmente, melhor preditora da obesidade visceral,(central, abdominal, intra-abdominal, síndrome metabólica), condição que representa alto risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis como diabetes mellitus tipo 2, alteração do colesterol, do bom-colesterol, do mal-colesterol, dos triglicérides, desenvolvimento de hipertensão arterial sistêmica, esteatose hepática (gordura no fígado) e culminando com doenças cardiovasculares, como o infarto agudo do miocárdio e o acidente vascular cerebral (AVC), tudo isto constituindo a Síndrome Metabólica, que pode ocorrer também em crianças extremamente obesas. 

Já este sistema de referência tem uma maior sensibilidade se for para uso clínico, no entanto é importante observar qual sistema de referência será utilizado para avaliar excesso de gorduras em crianças de 7 a 14 anos. 





AUTORES PROSPECTIVOS 
Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologia – Medicina Interna 
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Como Saber Mais:
1.A circunferência abdominal (ca) é melhor para detectar excesso de gordura em crianças de 7-14 anos? 
http://gorduravisceral.blogspot.com

2.A Síndrome Metabólica também ocorre em crianças muito obesas? http://metabolicasindrome.blogspot.com

3.Crianças obesas podem desenvolver esteatose hepática? http://esteatosehepatica.blogspot.com

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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.


Referências Bibliográficas:
Gläßer n. ; Zellner k.; Kromeyer k.; Institute de Genética Humana do Hospital Friedrich-Schiller UniversityJena University, Jena, Alemanha, European Journal of Clinical Nutrition (2011) 65, 151-159, doi: 10.1038/EJCN.2010.245, Damasceno M. C.; Fragoso L. V. C.; Lima A. K. G. 









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25 de fevereiro de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: NUTRIÇÃO: ALIMENTOS MANUFATURADOS (DE CONVENIÊNCIA) NA DIETA INFANTIL E A ASSOCIAÇÃO COM A QUALIDADE ALIMENTAR E PESO CORPORAL.



Alimentos manufaturados (alimentos de conveniência) são um aspecto moderno nos hábitos alimentares. O objetivo foi avaliar a associação entre alimentos de conveniência e qualidade da dieta ou peso corporal em uma amostra de crianças e adolescentes.
O consumo de alimentos de conveniência em relação ao consumo total de alimentos, não mostrou uma associação significativa com a ingestão de macronutrientes, com exceção de uma associação positiva significativa com a ingestão de ácidos graxos poliinsaturados. Considerando-se apenas a ingestão de ácido graxo de alta densidade energética, 40% do consumo de alimentos de conveniência, mostrou uma associação negativa significativa com proteínas totais, carboidratos e graxos saturados, e uma associação positiva com um total de gordura e ácidos graxos polinsaturados.
O índice de qualidade nutritiva (média harmônica de 10 vitaminas e minerais como o percentual do consumo de referência) mostrou uma tendência negativa significativa com aumento do consumo de alimentos de conveniência. Não houve associação significativa entre a avaliação inicial ou mudança no consumo de alimentos de conveniência e da alteração nos parâmetros de peso corporal (índice de massa corporal - IMC) ou do percentual de gordura corporal, avaliada a partir das dobras cutâneas. Entre os meninos, o consumo de ácido graxo de alta densidade, previu uma significativamente mudança na do percentual de gordura corporal durante o período de avaliação.
Os resultados apontam para uma redução da qualidade da dieta com alto consumo de alimentos de conveniência e uma associação pequena, mas positiva entre o consumo de ácido graxo de alta densidade em meninos levando ao aumento do percentual de gordura corporal.


AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologista 
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Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna 
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Como Saber Mais:
1.É saudável a ingestão de alimentos de conveniência? http://obesidadeinfantojuvenil2.blogspot.com


2.Os alimentos de conveniência contém a qualidade nutritiva necessária? 
http:/obesidadeinfantojuvenil2.blogspot.com

3.Com o aumento da ingestão de ácidos graxos de alta densidade os meninos apresentaram um aumento do percentual de gordura corporal? http://obesidadeinfantojuvenil2.blogspot.com


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Referências Bibliográficas:
Alexy U, L Libuda, S e M Mersmann Kersting
Instituto Research de Dortmund Nutrição Infantil, Bonn Friedrich-Wilhelms-Universität Rheinische, Dortmund, Germany,
Departamento de Estatística, Technische Universität Dortmund, Dortmund, Germany.
European Journal of Clinical Nutrition (2011) 65, 160-166, doi: 10.1038/ejcn.2010.254.









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2 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OBESIDADE (SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE CENTRAL, ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, VISCERAL, INTRA-VISCERAL, SINDROME METABOLICA) PRECONCEITO E ESTIGMATIZAÇÃO DOS OBESOS, COM RELAÇÃO AO SEUS ESTILOS DE VIDA, SUAS CONDUTAS PROFISSIONAIS, SUAS CARACTERISTICAS DE CONDULTAS, CONFORME OPINIÃO DE UM GRUPO DE PESQUISADORES.

Desde o sobrepeso (sobrepeso, obesidade, obesidade central, abdominal, intra-abdominal, visceral, intra-visceral, Síndrome Metabólica) até o estágio mais grave da obesidade, que é a síndrome metabólica, infelizmente o obeso sofre preconceito e é estigmatizado pela sociedade de uma forma muito agressiva. Os obesos (sobrepeso, obesidade, obesidade central, abdominal, intra-abdominal, visceral, intra-visceral, Síndrome Metabólica) estão vulneráveis a atitudes negativas profundas em várias áreas da vida, incluindo no local de trabalho, nas escolas, inclusive em serviços médicos e relações interpessoais.
O estigma ou preconceito podem vir de várias formas, dentre elas a forma verbal, que vêm como chacota, menosprezo, insultos, nomes depreciativos, linguagem pejorativa ou de outros termos que as pessoas encontram para agredir verbalmente o obeso; pode vir também de forma física, como empurrões, agarrões ou outras atitudes físicas agressivas ou encontrar outras barreiras devido ao excesso de peso, como assentos em locais públicos em que não cabem, lojas que não têm roupas de tamanho grande o suficiente e em muitos casos a vendedora ou vendedor explica ao obeso que eles não trabalham com aquele tamanho de roupa, equipamentos médicos que são pequenos para obesos, etc...
No trabalho geralmente o obeso não é facilmente promovido como ocorre com o magro embora possa ter a mesma competência, a não ser que o obeso seja muito mais competente que o magro, o que não é visto por empregadores ou corporações como via de regra. Infelizmente a pesar dessas injustiças, este estado de coisas pode ser revertido, se o obeso fizer uma reflexão adequada e tomar atitudes sérias no sentido deste estado de coisas não tenham seqüência.



Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologista – Neuroendocrinologia 
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Dra. Henriqueta V. Caio 

Endocrinologia – Medicina Interna
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Como Saber Mais:
1.Existem diferenças anatômicas entre obesos e não obesos?
2.Pode ocorrer discriminação das pessoas em relação aos obesos ?
3.Crianças obesas são discriminadas na escola?
Refêrencias Bibliograficas:
Amy NK, Aalborg A, P Lyons, K. Keranen Barreiras ao encaminhamento de rastreio do cancro ginecológico em Branco e Africano-Americano mulheres obesas. In J Obes. 2006, 30: 147-155.Amy NK, Aalborg A, P Lyons, K. Keranen Barreiras ao encaminhamento de Rastreio do cancro ginecológico em Branco e Africano-Americano mulheres obesas. In J Obes. 2006, 30: 147-155.
Brownell KD, Puhl R, Schwartz MB, Rudd L, eds. Peso Bias: Natureza, conseqüências e soluções. Nova York: Guilford Publications; 2005Brownell KD, Puhl R, Schwartz MB, Rudd L, eds. Bias Peso: Natureza, conseqüências e soluções. Nova York: Guilford Publications; 2005
Latner JD, Stunkard AJ.Latner JD, Stunkard AJ. Piorando: A estigmatização das crianças obesas. Obes Res. 2003, 11: 452-456. Piorando: A estigmatização das crianças obesas. Obes Res. 2003, 11: 452-456.
Neumark-Sztainer D, Story M., Faibisch estigmatização L. Perceived entre sobrepeso Africano-americanos e caucasianos meninas adolescentes. J Adolesc Health. 1998, 23: 264-270Neumark-Sztainer D, Story M., Faibisch estigmatização L. Perceived entre sobrepeso Africano-americanos e caucasianos meninas adolescentes. J Adolesc Health. 1998, 23: 264-270.







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1 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: CONTROLADA A OBESIDADE, INTRA ABDOMINAL, VISCERAL,CENTRAL, EMAGRECER; TANTO O ADULTO COMO JUVENIL, TEM UMA MAIOR SOBRECARGA GASTRO-INTESTINAL, PARA PODEREM DIGERIR A CARNE VERMELHA, E DIVERSAS DOENÇAS DURANTE O DECORRER DE SUAS VIDAS PODERÃO TER SIDO INICIADAS COM O HÁBITO DE COMER A CARNE VERMELHA EM LUGAR DE OUTROS TIPOS DE CARNE MAIS SAUDÁVEIS.


As CARNES VERMELHAS devem ser consumidas com moderação porque independente da difícil digestão provocada por suas fibras, é um grande equivoco pensarmos que tirando a gordura que olhamos externamente, bem como nossa boa intenção de retirarmos com todo o cuidado, no sentido que nossa família não ingira tamanha quantidade de gordura, que obviamente não só levará ao aumento de peso com deposição em nosso organismo e provocará um grande estrago, mas nos esquecemos que a gordura contida na carne vermelha não vem só da parte visível, aproximadamente 30 % da gordura esta localizada entre fibras e a maioria das carne vermelhas não apresentam visualmente este 1/3 de gordura que não vemos ou até não temos conhecimento de sua existência.
Portanto, não é somente o visual possivelmente agradável que temos que nos distanciar, mas a espada que é colocada em nossas cabeças dos efeitos colaterais tais como obesidade, obesidade intra abdominal, visceral, central, alem do aumento dos lípides (gorduras e seus companheiros de estragos), como o colesterol total, LDL colesterol, o desbalanceamento do bom colesterol HDL, quilomicrons (micro partículas de gorduras) que é o triglicérides. Não importa ter sabor agradável hoje, mas o estrago programado para o nosso corpo de forma evolutiva é inquestionável e desastroso, e só sentiremos isto quando nosso sistema cardiovascular e respiratório começar a dar seus primeiros sintomas.
Entre as carnes mais desastrosas e gordas estão; Gordas: cupim, picanha, costela e bisteca bovina. Pseudo magras: coxão mole, fraldinha, alcatra, patinho, filé mignon, músculo. Portanto, não estamos questionando nenhum gourmet, nem um problema nutricional, mas o risco e a implicações médicas de curto, médio e longo prazo; também não estamos defendendo dogmas , opção de hábitos ou posições de crendices que pode levar ao estilo de vida vegetariano ou coisa parecida, apenas estamos dando uma informação que não é segredo para ninguém , além de possuir outras opções como peixes, aves, etc.

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologista – Neuroendocrinologia
CRM:20611

Dra. Henriqueta V. Caio
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Como Saber Mais:

1.Carne de frango sem pele é proteína e assim mesmo engorda ?
2.Carne de peixe de escamas tem menos gordura e pode ser saudável ?
3.Sobrepeso faz mal ?           



Referêrencia bibliográfica;
Huaidong Du, do Instituto Nacional de Saúde Pública e Meio Ambiente em Bilthoven, Holanda,Am J Clin Nutr. Publicado em 16 dezembro de 2009. Abstract.








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20 de novembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: NUTRIÇÃO CONTROLADA, OBESIDADE CONTROLADA, DESCONTROLADA, EMAGRECER, GORDURA (VISCERAL, ABDOMINAL, CENTRAL). A COMPOSIÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS NA DIETA MATERNA E NO LEITE MATERNO DURANTE LACTAÇÃO ESTA LIGADA AO SOBREPESO DA INFÂNCIA ATÉ A VIDA ADULTA.




A composição de ácidos graxos no dieta nutricional materna e no leite materno durante a lactação, pode ser um fator no desenvolvimento do sobrepeso e obesidade na infância e mais tarde na vida adulta da criança. Para investigar a associação entre ácidos graxos trans e o de averiguar até que ponto esta preocupação médico cientifica poderia haver possibilidade de comprometimento ou não para as mães lactantes e seus bebes amamentados, pesquisas foram efetuadas levando-se em consideração o aleitamento materno, o misto alimentados e os alimentados com composições e três meses após o parto, as mães foram entrevistadas e a composição corporal foi medida nas mães e crianças respectivamente. Não houve diferenças significativas na 
gordura corporal materna em percentual para os grupos alimentados.
As crianças alimentadas exclusivamente com leite materno tiveram maior índice de ácidos graxos trans, que foi significativamente mais comprometedor para seus bebes, com aumento dos percentuais de gordura do que os que tiveram alimentação mista ou por composição. Os ácidos graxos trans do aleitamento materno de mães com
dietas nutricionais pode estar associada com o grupo materno-infantil que apresentaram sobrepeso e obesidade e a composição alterada no período pós-parto. Mais pesquisa estão em evolução sobre dietas nutricionais maternas e podem confirmar ser uma péssima garantia do leite materno associado a composição com ácidos graxos - trans e seus efeitos sobre a nutrição materna e composição corporal da criança, e o desenvolvimento da infância com sobrepeso e obesidade na vida adulta são de grande importância para as ações preventivas atuais e futuras. NUTRIÇÃO É MUITO IMPORTANTE DESDE A FASE FETAL ATÉ A FASE ADULTA.


Dr. João Santos Caio Jr.

Endocrinologista – Neuroendocrinologia

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Dra. Henriqueta V. Caio

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Como Saber Mais:
1. A prevenção do sobrepeso e obesidade de começar desde a gestação da mãe ? 
http://controladaobesidade.blogspot.com/ 

2. A criança intra útero sofre posteriomente também com a alimentação nutricional da mãe, se for inadequada? 


Referência Bibliográfica:
European Journal of Clinical Nutrition (2010) 64, 1308–1315; doi:10.1038/ejcn.2010.166; published online 8 September 2010 
Dietary trans fatty acid intake and maternal and infant adiposity 
A K Anderson1, D M McDougald1 and M Steiner-Asiedu2´-1Department of Foods and Nutrition, University of Georgia, Athens, GA, USA2Department of Nutrition and Food Science, University of Ghana, Legon, Accra, GhanaCorrespondence: Dr AK Anderson, Department of Foods and Nutrition, University of Georgia, 280 Dawson Hall, Athens, GA, 30602, USA. 






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